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14 setembro 2010

Behind - Capítulo 10: Eu sinto sua falta... Every time


Criativos! Já podem ler o décimo capítulo da minha, da nossa, da sua fic, Behind! sim, agora o slogan é oficial :B Todos os capítulos estarão disponíveis no site às terças e quintas, e para ler desde o primeiro capítulo, basta acessar esta página. Esperamos que curtam, contem para os seus amigos e comentem (clique em Comente! no final do post.

Depois de um enorme escândalo em NY onde Felly Hompkins estava envolvida, uma garota de 16 anos, e perder vários amigos por isso, ela decide viajar para a Índia – um lugar que ela sonha conhecer desde criança – e lá ela conhece uma pessoa realmente especial que mudará sua vida. Quando ela volta de viagem, seu pai a surpreende com um inesperado presente – ela vai para Hervely North Academy um internato cheio de regras e de garotos e garotas que não estão nem ai para elas. Lá ela encontrará algumas melhores amigas e outras que vão querer matar a pobre Felly. E ela conhecerá vários garotos que farão ela se derreter, mas o coração dela pertence a apenas um, ou isso mudará?




                Barack estava sentado no banco de sua casa que dava para o enorme jardim de sua linda casa. Ele estava distante, bem distante. Ele estava com a carta que Felly havia deixado para ele antes da partida. Ele sentia tanta falta dela. Os seus cachorros corriam pelo gigantesco jardim, atrás de algo... Talvez fosse um hamster, ou algo do tipo.
- Então... Agora você faz fotossíntese? – Disse Jolt ao ver seu irmão sentado no banco embaixo do sol fervente. Jolt era muito irritante na maioria das vezes... Bem maioria. E Barack odiava isso. Mas, cara... Ele era seu irmão e eles conviviam juntos há 17 anos. Então de certa forma ele já tinha se acostumado com a presença irritante do irmão. – Me ensina? Haha
- Vai se foder, Jolt. – Barack estava chateado. Ele tinha se apaixonado, apaixonado de verdade e a paixão de sua vida havia o deixado. Bem... Não era bem deixado. Ela tinha que ir. Mas mesmo assim... Era triste... Deprimente. – O que você quer?
- Queria ver porque o meu pequeno brother está aqui no jardim, embaixo desse sol fervente, sozinho, e com essa... – Ele pegou a carta da mão do irmão, e Jolt começa a ser irritante... - Carta da super delicia... Felly... Eu sinto falta dela, ela era gostosinha. Vamos ver o que está escrito...
- Vai se foder, cara. Me devolve. – Barack puxou a carta da mão do irmão. Caralho. Pensou ele. – Que droga.
- Ela não disse nada de mim, ou para mim na carta?
- Não, não disse. E por que ela diria? – Ele mentiu. Ela dizia para falar para o irmão que ele era um mala, mas ela gostava dele. Os dois ficavam o tempo todo juntos conversando. Todas as pessoas do mundo gostavam de Jolt. E Barack não conseguia entender o porquê de tanta simpatia. – Você é um otário cara, o que você acha que ela falaria?
- Se eu fosse um otário ela não teria passado tanto tempo comigo. – Ele parou. – A-HÁ! Já sei... Você ficou com ciúmes por eu ter passado tanto tempo com ela...
- É... Fiquei com tanto ciúmes que, aliás, foi você quem ficou com ela, não é? – Ele deu uma risada irônica. – Sério, não estou de bom humor para ficar discutindo isso com você.
                Barack saiu do banco e foi para dentro da casa. Ele tomou um gigantesco copo d’água e subiu a gigante escadaria da casa e foi para o quarto. Deus! Ele queria Felly ali, naquele exato instante.  Mas como ele não podia tê-la naquele instante ele se contentava em apenas vê-la pela webcam. Ele ligou seu notebook preto com azul e entrou no Skype com a esperança de que ela estaria online. Mas pelo contrário, ela não estava online. Não mesmo. Então Barack desistiu e foi para casa de Mourad – seu amigo super sexy. De acordo com Felly... E ele era isso tudo mesmo. – para os dois saírem e beberem até de manhã. Ele estava deprimido. Ele tinha virado um emo estranho que sempre ficava calado e agia como autista. Ele escutava e cantava I Try To Be Strong uma letra que é algo do tipo “I try to be strong, I try to move on, I’m trying to see, what you mead to me... I want you here…” Bem tenso. Mas depois ele deve ter se cansado da música e mudou para uma do The Girls Can Hear Us, que se chamava Slave “She was sexy on the city, she was sexy on the night, baby tomorrow can wait...” Ela era mais animadinha. Pelo menos isso. 
                Ele chegou à casa de Mourad e o chamou por um longo tempo e ninguém atendia, até que Frey, a irmã de Mourad, chegou e atendeu Barack. Frey era apaixonada por Barack desde que ela tinha uns treze anos. Barack sabia de uma quedinha que ela tinha por ele e ele aproveitava da pobre coitada. Ele deu um longo beijo na bochecha de Frey e isso a fez pirar. MEU DEUS! Ela pensou. Ela havia acabado de fazer dezesseis anos, ele tinha dezoito. Até que a diferença de idade dos dois não era algo tão relevante. Não era mesmo. E mesmo que fosse. Fuck.
- Freeeeeeey, e ai, como você ta? – Ele a abraçou.
- Raaaaaaaaaaack. – Ela o abraçou forte. - Estou ótima e você? – Ela deu uma piscadinha para ele. – Veio ver meu irmão?
- É, isso mesmo. E vim ver você também.  O Mourad está ai?
                Frey entrou correndo para a casa e chamou o irmão. Mourad era um típico Árabe com cara de Italiano-Terrorista. Mas ele era sexy. Bem sexy. Mourad era o melhor amigo de Barack. Eles se conheceram quando tinham dois anos, pelos pais dos dois, que eram super amigos e tinham negócios juntos. Ele era muito parecido com Barack. Os dois gostavam das mesmas coisas. Eles eram tipo SUPER GÊMEOS ATIVAR. Eles eram tão bonitinhos... E sexy.
- Ei, até que enfim apareceu, cara. – Mourad estava com uma cara de sono. Ele deveria estar dormindo. Era a coisa que ele fazia melhor. Dormir. – Não dá noticia, não fala nada. Que isso...
- Pois é... Eu estava meio ocupado esses dias. Mas ai hoje eu desocupei e vim te chamar para sair. Vamos? – Ele entrou na casa. Frey e Mourad moravam sozinhos. E a casa na maioria das vezes era um pouco bagunçada. A casa deles era tipo uma republica para dois.
- Vamos... Claro. – Ele foi entrando para o quarto. Ele devia ter jogado Xbox à noite e dia inteiros porque o Xbox ainda estava ligado e estava bem quente. Barack se sentou no pufe e começou a jogar Battlefield. - Mas primeiro eu quero tomar um banho. Haha
- É... Tomar banho às vezes é bom.
- E ai, tem falado com sua paixonite Felly? – Ele deu uma risadinha.
- É... Não. Até hoje ela não me mandou uma carta e nem eu para ela. Eu ia tentar falar com ela hoje, mas não deu certo. Ai eu estou aqui.
- A cara, isso é uma situação difícil e ruim. Tipo, você se apaixonou por ela e ela teve quer ir embora. E ela também se apaixonou por você e deve ter sido difícil para ela. Mas vocês deviam tentar manter mais contato. Na verdade você devia ir para Nova Iorque. – Ele parou um pouco e ficou com uma cara de que estava tendo alguma idéia. E toda pessoa com um bom cérebro sabia que as idéias de Mourad não eram lá essas coisas.Nós podíamos ir para Nova Iorque cara. Tipo seria muito bom. A gente ficaria por lá um ano... Você ficar com a gatinha Felly. AAAAAAAAAAAAAAAAAAHAE!
- Você bebeu ou cheirou alguma coisa? – Barack estava extasiado com a idéia, mas era uma idéia ridícula. – Eu não vou para Manhattan, ficar lá um ano, por causa de uma garota.
- Mas você está super apaixonado por essa garota, não é? E não é por uma, são por garotassssss. Várias garotas. Várias festas. Várias bebidas. Várias loucuras. Ah, cara. Você sabe que isso seria foda.
- Mas é ridículo isso. Eu viajar tanto, por causa de uma garota. Uma simples garota. – Uma simples garota que me conquistou, ele pensou. – Ia ser foda, sim, Mas mesmo assim, eu não tenho dinheiro.
- Até parece... Seu pai te manda, você sabe que ele manda. Nós temos que ir para NY, sério. Cara, eu sou foda. Sou muito foda – Ele pulou nos braços de Barack e lhe deu um abraço e saiu pulando para o andar de baixo para contar a Frey a viajem que fariam.
- Talvez seja interessante...
                Barack não acreditava na idéia que o amigo acabava de ter. E, mesmo sendo uma idéia maluca, até que poderia dar certo. Ele se imaginou com Mourad em NY. “Coisas boas” eles não fariam. Isso ele tinha certeza. Ele faria de tudo. E ainda veria Felly. Mas ele sabia de uma coisa: A ida dele até lá teria que ser uma surpresa para Felly. Afinal... Ela ficaria feliz em vê-lo, não ficaria?
                Frey correu até o quarto de Mourad para saber se o que o irmão havia contado a ela era verdade. Ela estava extasiada com a idéia e queria ir também. Ela tinha que ir. Ela devia ir. Ela iria, com certeza. Ela sabia que a idéia do irmão levá-la a uma viagem até NY era difícil, e as probabilidades eram de uma em trezentos bilhões. Mas havia uma esperança dela ir. Claro. E ela ainda ficaria perto da sua paixonite, Barack. Ela não tinha ido com a cara da Felly e odiava quando Barack falava dela, ou levava ela para lugares onde Frey estava. E Frey sabia que Felly tinha ciúmes do Barack, e ela sempre o provocava. E a ida de Frey até NY irritaria Felly, e isso a deixaria feliz, ainda mais se ela conseguisse roubar Barack de Felly.
- Ei Rack, vocês vão mesmo para NY?
- Não sei, seu irmão tem muitas idéias malucas. Mas acho que, provavelmente, sim.
- E ai você verá a Felly? – Ela ficou encarando ele para ver a reação do seu rosto com essa pergunta. Todas as vezes que alguém falava de Felly para Barack ele ficava vermelho e com um sorriso estúpido na cara. E isso aconteceu de novo. Que porra! Frey pensou. Ele ainda vai ser meu.
- É esse é um dos principais, se não o principal motivo para eu ir para lá. – Ele sorriu. – E você, por que quer ir?
- Por... – Ela parou um instante. Ela estava preparada para dizer a verdade, e depois beijar ele ternamente. Dizer que ela ia por ele e que ela o amava. Mas ela sabia que ela só pareceria idiota se falasse isso. Mas foda-se! Ela pensou. – Você... Não é evidente?
- Por mim? – Ele parou. De repente veio um filminho da vida de Barack e Frey na cabeça dele. Ele já, tantas vezes, havia provocado Frey e ele nem ligava para o que ela sentia. Isso era tão... Idiota. Ela gostava mesmo, meeesmo dele e ele a fazia de idiota.
                Os dois ficaram ali se olhando por um longo período até que Barack se inclinou para Frey e a beijou. Ele não sabia bem porque fez aquilo, mas de uma coisa ele sabia. Ele sentiu algo muito bom, algo similar ao que sentiu quando beijou Felly. Cara. Os dois permaneceram deitados na cama de Mourad e estavam se beijando e Frey não acreditava naquilo. Para ela aquilo era extraordinário e irreal... E muito bom. Mourad chegou ao quarto e viu os dois na cama e não entendia nada do que acontecia ali. A irmã dele e Barack. Ele deu uma risadinha e interrompeu os dois.
- Ué, má que isso. – Ele escorou na porta. – Safadeza no meu quarto não, porra.
- Idiota... – Frey estava nervosa. Ela o-d-i-a-v-a quando o irmão a interrompia nas ocasiões mais... Inconvenientes. – Não sei onde você viu safadeza.
- Na minha cama. – Ele deu uma risada – Estou vendo agora.
- Cala a boca, Mourd. – Barack sentou-se na cama ao lado de Frey. Ela estava vermelha e ela era linda. E ela parecia Felly. Olhos claros, cabelo castanho bem claro, e um incrível sorriso. – Não sei como eu te agüento cara, sério.
- Você me ama. – Ele sentou na cama entre Frey e Barack. – Eu sei.
- Tchau para vocês dois. – Frey saiu correndo do quarto até o quarto dela provavelmente. Ela estava toda vermelha e extasiada com o que acontecera há alguns segundos atrás.
- Caaaaaara. Você pegou minha irmã. – Mourad parou e encarou Barack. – Cooooomo assim velho? Você disse que nunca pegaria ela, que ela era nova, e aquelas asneiras.
- Eu... Não sei. Não sei por que fiz isso. Acho que pelo fato dela ser muito parecida com Felly, ou pelo momento. Eu não sei. Simplesmente não sei.
- Mas mudando de assunto, nós vamos mesmo pra NY, não é? – Ele levantou da cama em um pulo. – Vamos conhecer garotas, beber muito, ver sua amada, e eu acho que levarei a Frey. Ela precisa sair um pouco e eu não a deixaria sozinha aqui.
- É... Vamos para NY! – Ele agora estava animado com a idéia de ir a NY. Ia ser uma boa viagem, claro que ia. – Mas quando vamos?
- Temos que pegar os passaportes e aquelas baboseiras todas. E como estamos nos Emirados Árabes vai ser difícil, mas conseguiremos. Temos que ver o hotel que vamos ficar, e velho, vai ser foda.
                Barack agora tinha acabado de beijar Frey, ia para NY, veria Felly novamente. Passavam tantas coisas por sua cabeça. Ele não conseguia se organizar direito. Cara. Tudo isso era incrível. Mas ele ainda não sabia o motivo de ter beijado Frey. Ela era linda, simpática, mas nada disso o faria beijar ela, porque se fosse isso, ele já teria feito a muito tempo. Ele pensou que poderia estar apaixonado por Frey, mas isso era uma idéia idiota. Ele era apaixonado por Felly e mesmo Frey sendo parecida com Felly, ela não tinha as suas características pessoais, e ele era apaixonado pela Felly, ele não estava apaixonado por ela. Claro que não... Não é?

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