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23 fevereiro 2011

Crítica: 127 Horas



Título Original: 127 Hours
Direção: Danny Boyle
Duração: 95 minutos
Mais: Filme da Semana

Quando o primeiro trailer de 127 Horas foi lançado, eu pensei: “está ai um filme que vai ser muito bom”, pois neste vídeo podemos perceber muita emoção, adrenalina e aventura. Realmente o filme tem essas características que eu citei, porém apenas durante os 18 minutos iniciais, que após isso se torna algo bastante tenso, forte, agoniante, desesperador e até digo que, em cenas finais, mais pesado que Jogos Mortais.

O roteiro do filme nos remete a data de 26 de abril de 2003, quando Aron Ralston partiu para uma espécie de aventura no Blue John Cannyon. O filme começa com jogos de imagens bastante interessantes e que nesse aspecto se revelou ai uma característica de filme de Danny Boyle, lembrando cenas do vencedor do Oscar “Quem Quer Ser um Milionário?”, e durante essas cenas nos mostrando os preparativos para essa “viagem” de Aron, no qual ninguém saberia onde encontra-lo. Chegando ao Cannyon, Aron se depara com duas viajantes e ai então se vê a cena mais empolgante e divertida do filme. Após seguir sua aventura sozinho um acidente marca o inicio do filme (inclusive com o surgimento do nome do filme na tela). Aron após cair, quando uma pedra se deslocou durante uma de suas descidas, teve seu braço preso por esta rocha e assim sem poder se locomover, ficou preso durante 5 dias, nos quais buscava meios para sobreviver.

A partir do inicio do filme, após o acidente, eu fiquei me perguntando qual o significado das cenas iniciais que Aron teve com as duas viajantes, e pra falar a verdade até agora estou sem a resposta. O filme traz consigo algo que o diretor acertou ao nos mostrar de perto a agonia de Aron através de sua câmera e também nos trazendo lembranças de sua vida, recordações essa que foram o principal motivo de querer continuar a viver.

Apesar de todos esses elementos achei o filme muito monótono, ainda mais presenciando a cena final no qual Aron precisa fazer algo bastante forte para sobreviver. Gostaria de descobrir qual foi o fato que chamou a atenção da Academia o considerar entre os 10 indicados a Melhor Filme do Ano, pois assim talvez eu posso enxerga-lo com outros olhos e quem sabe afirmar que é um filme que vale a pena ser visto. Ainda assim, não podemos deixar de admirar a força do jovem Aron, que foi brilhantemente interpretado por James Franco e mereceu a indicação de Oscar de Melhor Ator, elemento este do filme que jamais vai demonstrar qualquer sinal de falha, que é a persistência do protagonista.

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