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22 fevereiro 2011

Crítica: O Vencedor



Título Original: The Fighter
Direção: David O. Russell
Duração: 115 minutos
Mais: Filme da Semana

A história de O Vencedor nos mostra a vida do boxeador Micky Ward que construiu sua carreira com a ajuda de seu irmão Dicky Eklund, ex-lutador que viu sua vida nos ringues desaparecer por causa das drogas. O filme começa nos remetendo a uma entrevista dos protagonistas na história na gravação de um curta que representaria a vida de Dicky, cena esta que podemos perceber que o diretor do filme não queria apenas contar uma história de boxe e sim a relação e vida de cada personagem, ficando claro isso na maneira que a câmera foi posicionada dando ênfase na expressão dos rostos dos personagens.

Ao mesmo tempo em que a história nos conta sobre a vida de Micky e suas lutas, ela nos cativa ao mostrar a persistência e o desejo que Dicky possui de ter um retorno triunfal aos ringues depois de sua chegada ao fundo do poço, fato que o personagem obcecado pela gloria não percebeu que sua vida já não era mais a mesma. Claramente podemos perceber a relação familiar e também o principal motivo que leva a essa situação da vida de Dicky, que é a proteção excessiva da sua mãe, que o tempo todo nos mostra a sua preferencia entre os irmãos.

Antes de assistir ao filme eu fiquei me perguntando por que Christian Bale estava recebendo tantas indicações e prêmios como ator coadjuvante por este trabalho e sem sombras de dúvidas essa foi a maior e melhor atuação que pude assistir desse ator que roubou a cena ao viver Dicky, personagem marcado por tiques que denunciam sua dependência química, porém que conquista o público sendo hábil ao retratá-lo também como um homem que, apesar dos defeitos, revela-se um sujeito de personalidade cativante e conquista todos ao seu redor. Além de Bale, o filme foi protagonizado por diversas atuações marcantes e dentre elas podemos assistir o desempenho discreto e bem centrado de Mark Wahlberg, que compõe Micky com uma generosidade que reflete o próprio personagem.

Com um desfecho incrível, principalmente por parte de Dicky que teve seu sonha realizado, só que por outro aspecto, o filme ainda nos reserva uma surpresa durante os créditos finais, que por ser um filme baseado em uma história real, nos traz os verdadeiros Micky Ward e Dicky Eklund com um depoimento revelador e bastante descontraído.

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