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21 fevereiro 2011

Crítica: Cisne Negro


Título Original: Black Swan
Direção: Darren Aronofsky
Duração: 103 minutos
Mais: Filme da Semana

Cisne Negro, sob minha concepção é o tipo de filme que não existirá meio termo, ou você vai gostar e vai ficar muito admirado com o filme, ou então vai achar um filme parado e sem sal (essa ultima opção provavelmente vai acontecer caso o indivíduo não tenha percepção suficiente para entender o filme).

O filme de Darren Aronofsky inova por ser uma produção que não apenas representa uma homenagem ao mundo do balé, mas sim por mostrar como um olhar acontece na elaboração de processo criativo no qual qualquer detalhe faz toda diferença e representar isso de uma forma profunda, sombria, enigmática e sobrenatural fez com que o filme mereça grande destaque no espaço do cinema mundial e mereça tantas indicações a prêmios internacionais que representam esse universo artístico.

Um filme não consegue ser tão bom apenas com um enredo e uma história que conquiste o público, pois é preciso representar e atuar a cada segundo do mesmo e sob este aspecto Natalie Portman conseguiu superar todas as expectativas possíveis ao viver a bailarina Nina Sayers.

A história acompanha a vida de Nina, que, depois de anos integrando o corpo de baile de uma grande companhia de dança, finalmente ganha à oportunidade de protagonizar um espetáculo, o Lago dos Cisnes. Profundamente dedicada à dança, Nina mora com a mãe, a ex-bailarina Erica, e enxerga a chance de estrelar o espetáculo com dupla personalidade, a realização de um antigo sonho e de viver si mesmo, representado pelo Cisne Branco, e incorporar toda a sensualidade exigida pelo papel do Cisne Negro, personalidade essa que será o grande desafio e o que o filme retrata. Diante disso Nina enfrenta essa pressão com ela mesma e com a perfeição dos detalhes exigida pelo diretor Thomas e então passa a ter estranhas visões com a mudança de sua personalidade e pela ameaça da chegada de uma nova bailarina, Lily, personagem essa com que Portman pode representar a cena mais audaciosa do diretor neste filme que é a cena de sexo entre ambas.

O mais interessante do filme é mostrar que para se conseguir conquistar uma nova personalidade, não é necessário apenas atuar, mas sim passar a viver aquilo profundamente e apagar o resto, e a personagem faz isso no filme utilizando uma peça que está presente o tempo todo no filme e na vida de todos que é o espelho. Vale a pena conferir este grande espetáculo e viver intensamente cada minuto deste filme.

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